Novos horizontes.

 


                                                     Água pobre água.


No dia da água, vi muitos desperdícios deste precioso líquido. Pelas ruas, avenidas e pelas vielas por onde passei, escorrendo clara e inodora pelo meio fio sob o ignorar dos olhos  públicos. Todos passavam apenas passavam. Fiquei com dó por tanta indiferença.
Saquei meu aparelho celular e liguei para o tal departamento que deveria cuidar e inspecionar e não o fazia. Reclamei nos moldes que a ética me permitia. 
Acho mesmo que todos deveriam fazer o mesmo pois a quantidade de água limpa pelo mundo está cada vez menor. 
Em compensação as águas comprometidas com químicas e muitos outros poluentes estão em alta. Basta observar quando das chuvas fortes ou não, o tanto de lixo e outros elementos que navegam pelas ruas em direção aos rios que vão em algum momento juntar-se aos mares através de emissários ou por si mesmos.
Se gasta tanto em publicidade inútil ao invés de insistir em propagandas educativas dirigidas ao público em geral, muito mais lucrativo.
Enfim, cabe também às escolas orientar e mostrar os porquês da obrigatoriedade de mudar o comportamento enquanto é tempo.



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